Em reunião realizada na passa sexta-feira, a Assembleia Municipal de Évora (AME) recomenda ao executivo camarário a rejeição da proposta de inscrição da tauromaquia como Património Cultural Imaterial de Interesse Municipal.
Os membros do órgão deliberativo eborense seguem assim as pretensões do Bloco de Esquerda ao afirmar que “considerar que a tourada é uma manifestação cultural que faz parte da nossa identidade colectiva é de um determinismo atroz”.
Apesar de a decisão (que não constava na ordem de trabalhos nem outrossim da acta da Assembleia de 28 de Setembro disponibilizada no site da AME) resultar apenas da expressão de interesses meramente ideológicos e claramente anti-taurinos, sem qualquer fundamento responsável que negue a realidade da tradição taurina e sua importância no contexto eborense – a Assembleia Municipal deliberou em claro atropelo dos interesses e valores culturais municipais que devia proteger.
