Foram três dias de verdadeira e pura mostra da vida de campo portuguesa, uma verdadeira “quinta pedagógica” para urbanos e um centro de prazeres para rurais.
Este evento bienal, com certeza, veio para ficar. A Feira cresceu e aperfeiçou-se nesta edição. Estiveram presentes várias coudelarias, ganadarias, criadores de cães de caça, casas agricolo-pecuárias, loja de produtos equestres e regionais… Oferta alimentar variada e um excelente parque de estacionamento.
Tudo isto enquadrado por uma programação variada: Provas de perícia equestre, condução de cabrestos, falcoaria, pastoreio, matilhas, e, claro está, actividades taurinas. Todas as manhãs estiveram presentes escolas de toureio a pé (Azambuja, Montijo, Lisboa, Moita, Vila Franca de Xira e Santarém), isto pela manhã. De tarde as demonstrações fora de toureio a cavalo, treinos de forcados e recortadores, havendo ainda toureio a pé.
É um evento que combina num resumo tudo aquilo que se vive e faz na ruralidade, sendo por tal muito importante para mostrar a realidade da agro-pecuária à urbanidade, que está cada vez mais ignorante de como se vive no campo e de como a sua comida lhe chega à mesa…
Silvia del Quema
